Sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Brilho e magia

"Histórias de encantar. Fábulas. Contos. Um mundo de castelos, duendes, esquilos, póneis e muitas princesas. Brilho e magia."

Dantes era assim.

Agora não.

 

 

Vera às 12:30

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13 comentários:
De Li @ a 7 de Fevereiro de 2009 às 12:33
Agora é como?
De Vera a 7 de Fevereiro de 2009 às 12:39
Agora é diferente. Há preocupações e problemas.
De Leticia a 7 de Fevereiro de 2009 às 12:38
há sempre um momento em que crescemos (mesmo que à força) mas a meu ver devemos sempre manter a magia dos dos contos de fadas.
beijinhos querida
De menina sonhadora a 7 de Fevereiro de 2009 às 12:38
Os teus posts surpreende-me cada vez mais
bjs
De menina sonhadora a 7 de Fevereiro de 2009 às 12:45
Porque nao so apenas textos.
De menina sonhadora a 7 de Fevereiro de 2009 às 12:50
E com poucas palavras mostraste muito bem a tua mensagem :)
De Bia :) a 7 de Fevereiro de 2009 às 15:07
ainda bem que gostaste, Vera :)
Gostei desta pequena «introdução» ;D


Beijinhos (LL)
De Muffin a 7 de Fevereiro de 2009 às 17:00
Post muito inteligente.
Entendi a mensagem :)
Mas eu prefiro viver no mundo da magia, ainda assim.
Beijinhos
De Vera a 7 de Fevereiro de 2009 às 17:47
Eu também... Mas pronto.
De a 7 de Fevereiro de 2009 às 17:09
Os contos de fadas são fancinantes, não se tornam é realidade.
Apesar de acreditar-mos que se possam tornar, mesmo que seja por um curto período de tempo.
De Joαηα a 7 de Fevereiro de 2009 às 21:15
Antes, acreditávamos nos finais felizes dos contos de fada, hoje não. Abrimos os olhos para o mundo, vimos o que, se calhar, não queríamos ver.
De My Simple Life a 7 de Fevereiro de 2009 às 22:58
À medida que crescemos, descobrimos o mundo. Ao descobrirmos o mundo descobrimos as responsabilidades, os problemas, as incompreensões e chegamos à conclusão que o mundo não é conto de fadas que tanto nós imaginávamos. A nostalgia pela nossa infância irá permaneçer sempre, acredita :)
Beijinho querida @

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Emoção que abafa a lógica:
As palavras da menina-mulher que vive, que ama, que chora de tanto rir e que ri para não chorar.